Melhores Pontos Turisticos de salvador

Conhecendo Salvador

Salvador é uma cidade única no mundo, com seus encantos e magia, com todas as suas cores, amores, jeitos! Essa seção visa mostrar um pouco dessa cidade para você. Acompanhe-nos!

Ao desembarcar na Baía de Todos os Santos para fundar a cidade do Salvador, em 1549, o governador-geral Tomé de Souza escolheu um local favorável para construir uma fortaleza que pudesse abrigar a administração colonial e sustentar a posse colonial das terras brasileiras. Poucos dias depois da chegada dos colonizadores, começaram a ser erguidas pequenas choças localizadas próximo à praia, as quais seriam melhoradas ano a ano. Em pouco tempo estavam de pé os prédios públicos do poder local, representado pela Câmara Municipal, e os da coroa portuguesa, além das primeiras construções religiosas, militares e comerciais.

A edificação de novos prédios continuaria incessante após sucessivas guerras contra os holandeses em 1624, 1627 e 1638. Salvador foi reconstruída com recursos vindos da intermediação dos negócios do açúcar produzido no Recôncavo Baiano – região localizada em volta da Baía de Todos os Santos – e, meados do século XVIII, centenas de construções públicas, religiosas militares e particulares faziam a vida na cidade tão bela e agradável quanto em Lisboa.

Ao lado das atrações naturais, o patrimônio arquitetônico de Salvador constitui-se numa riqueza valorizada pela preservação física e pela revitalização dos sítios naturais, históricos e culturais da cidade. Com mais de 450 anos de existência, a capital baiana tem em cada pedaço de chão uma história referente ao início do Brasil. Não é à toa que anualmente milhares de turistas do mundo inteiro chegam à Bahia para conhecer antigos paços, ricas igrejas, imensos conventos, fortes, casarões residenciais e monumentos originais. Por isso, os sítios turísticos de Salvador oferecem a oportunidade de uma profunda imersão no tempo e nos seus acontecimentos.

 

Bahia de Todos os Santos

Foi nela que o 1º Governador Geral do Brasil, Tomé de Souza, aportou, mais especificamente na Vila do Porto da Barra, em 1549, data de fundação da Cidade. A Baía de Todos os Santos pode ter como marco inicial o Farol da Barra, que marca a primeira ponta da Bahia, e ser encerrada na península Itapagipana.

 

Farol da Barra (Forte de Santo Antônio)

Primeiro forte construído na cidade com o objetivo de proteger de ataques inimigos a entrada da Baía de Todos os Santos. Construído sob a forma de polígono irregular foi iniciado em 1583. O primeiro farol de madeira funcionava com óleo de baleia em 1696 e Farol da Barra indicava a entrada da baía, alertando para os perigos de corais e bancos de areia. O atual farol de ferro, funciona à base de eletricidade e foi construído em 1836. No forte há um restaurante, bar e museu náutico.

 

Museu Náutico

 

Instalado no Farol da Barra, o Museu Náutico da Bahia guarda histórias e lembranças de navios naufragados Museu Náutico de Salvador – Farol da Barra na costa baiana. Além de museu, é um espaço de transmissão de conhecimentos relacionados à Hidrografia, Sinalização Náutica e Cartografia da Baía de Todos os Santos. A administração é do Departamento Regional do Abrigo do Marinheiro de Salvador. O Museu mostra aos visitantes o acervo de instrumentos utilizados pelos navegantes de hoje, bem como réplicas dos modelos utilizados a partir do século XV. As visitas podem acontecer de terça a domingo, das 9h às 19h.

 

Praia do Porto da Barra

Com quase todo o litoral cercado por recifes, a cidade tem no Porto da Barra o único lugar onde é possível o desembarque de pequenas embarcações em segurança. Em forma de uma pequena enseada, o porto foi escolhido pelo Donatário Francisco Pereira Coutinho para fundar a Vila da Capitania da Bahia. Conhecida como Vila do Pereira, recebiam as naus que faziam comércio com os nativos comandados por Diogo Alvares “Caramuru”* na primeira metade do século XVI. Aí também desembarcaram o primeiro Governador Geral Tomé de Souza, em 1549, e os soldados da Companhia das Índias Ocidentais que invadiam a cidade em 1624. Um marco comemorativo, construído em 1949, destaca o lugar onde desembarcou Tomé de Souza.

 

Forte Santa Maria

Com data de fundação incerta, apenas podendo afirmar que durante a segunda invasão holandesa em 1638, já existiam os três fortes da Barra, sob o regime de comando unificado. Forte em forma de heptágono irregular, possuindo quatro ângulos salientes e três reintrantes, à barbete e a casa de comando com dois pavimentos. Seu desenho é do tipo italiano e sua construção em alvenaria de pedra e cal. A fachada sul da casa do comando é revestida de telhas, tratamento impermeabilizante encontrado em sobrados baianos de todo o período colonial. No sub-solo do terrapleno, existia a casa de pólvora, recoberta por abóboda de berço, que atualmente se encontra fechada.

 

Farol de Itapuã (Praia de Itapuã)

O Bairro de Itapuã tem como marco a famosa estátua da sereia. Ela inicia um dos complexos populares de barracas de praia, bares e restaurantes. Localizado na Praia de Itapuã e em plena atividade para orientação de navegações, serve, pela beleza que lhe é conferida, como fonte de inspiração para diversos compositores baianos.
Próximo ao Farol, se encontra a Praça Vinícius de Moraes, com a famosa estátua em tamanho real do saudoso compositor.

 

Pelourinho

Apesar de ser conhecido por esse nome só a partir de 1807, quando o pelourinho da cidade foi instalado ali, o Largo do Pelourinho foi construído por volta de 1780 e a maioria dos edifícios oficiais datam do período da fundação da cidade. Até o final do século XIX, o Pelourinho ostentou não só a autoridade do governo, mas também a nobreza da alta classe baiana: senhores de engenho, magistrados, médicos, professores. Com a decadência da produção do açúcar e com a chegada do comércio à cidade alta, o bairro mudou de perfil: as residências, abandonadas pelos seus antigos moradores, foram ocupadas por cortiços e por lojas comerciais. Abandonado, o Pelourinho chegou a perder 30 prédios por dia, que literalmente vinham abaixo. Hoje, restaurado, é o centro cultural e artístico da cidade.

Erroneamente confundido como um instrumento para açoite de escravos, o Pelourinho era, na verdade, um instrumento penal da época. As pessoas não costumavam ser açoitadas no pelourinho, embora servisse também para essa finalidade. O Pelourinho era um poste de pedra onde as pessoas eram acorrentadas e submetidas a exposição pública por conta de algum delito pequeno que era cometido. A depender do grau do crime, a pessoa poderia ser exposta, para que toda a população observasse o meliante em sua execração pública.

Hoje, o Pelourinho é um verdadeiro complexo de bares, restaurantes e lojas que comercializam lembranças da Bahia, arte popular e artesanato. Um verdadeiro cartão postal da Cidade.

Declarado Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco em 1986, o bairro do Pelourinho é o conjunto mais valioso da arquitetura colonial brasileira. Com cerca de 3000 imóveis – um terço deles foi restaurado nos últimos quatros anos – o bairro que leva o nome do obsoleto tronco de pedra, representa mais do que um estilo de construção. Ele é o símbolo da autoridade da Coroa portuguesa, que acreditava que a justiça era o principal atributo do governo. Ali, no centro histórico de Salvador, entre o Palácio do Governo, a Casa da Câmara, a Ouvidoria e o Colégio dos Jesuítas, as leis eram elaboradas e executadas; os súditos, vigiados (pelos magistrados e padres do império) e, por fim, a desobediência era punida.

 

Terreiro de Jesus

A praça XV de Novembro, mais conhecida como Terreiro de Jesus por causa da Igreja dos Jesuítas (atual Catedral Basílica), mantém características urbanas dos séculos passados. Sobrados ricamente adornados e três igrejas testemunham a época áurea em que Salvador foi capital da colônia. É nela que está localizada a Primeira Faculdade de Medicina do Brasil. No centro da praça, um chafariz de origem francesa (1855), todo em ferro fundido, representa a deusa Ceres, da agricultura.

 

Praça da Sé

O templo construído em 1553 foi, durante três séculos, local de prática religiosa do povo baiano. Em 1933, entretanto, para atender às necessidades de urbanização da cidade, a antiga Sé foi demolida e deu lugar a trilhos de bondes e, em 1940, foi inaugurado no local um terminal de transporte urbano.

Em 1982, com a inauguração de um outro grande terminal, o Terminal da Lapa, a região da Sé entrou em processo de degradação. Com a revitalização de todo o centro histórico de Salvador, a partir de 1992, a Praça da Sé também se tornou parte desse projeto.

Em 1999, como parte das comemorações dos 450 da fundação da cidade, foi inaugurada a nova Praça da Sé, na qual o Belvedere , com o monumento da “Cruz Caída”, de autoria de Mário Cravo Jr., é o grande destaque, já que o local que oferece a visão de um lindo pôr-do-sol, com vista para a Baía de Todos os Santos.

Durante as escavações para a reforma da praça, foram encontradas as ruínas da antiga Sé, transformada em sítio arqueológico.

 

Praça Municipal

Acesso superior ao Elevador Lacerda, é também o endereço da Câmara de Vereadores de Salvador, do Prédio da Prefeitura Municipal, como também do Palácio Rio Branco, antiga sede do Governo do Estado.

 

Elevador Lacerda

O Elevador Lacerda une as duas partes de Salvador: a Cidade Alta e a Cidade Baixa. O elevador foi Elevador Lacerda visto do alto. Construído em 1873, pelo engenheiro Antônio Lacerda, com duas cabines movidas a força hidráulica. Em 1932, foi construída uma nova torre e foram acrescentadas mais duas cabines.

O elevador demora 30 segundos para fazer a viagem, de 72 metros de altura, e transporta mais de 28 mil pessoas por dia.

 

Mercado Modelo

Originalmente localizado ao lado da Rua Chile, o antigo prédio do Mercado Modelo tombou ante um incêndio, em 1969. A mudança para o prédio da velha alfândega ocorreu um ano depois, tendo sido utilizado desde então para comércio popular e artesanato, com a preservação dos bares e restaurantes.

O antigo prédio da alfândega foi construído em 1861, e apresenta características neoclássicas. Mas um novo incêndio ocorreu no Mercado modelo, já no Antigo Prédio da Alfândega, em 1983. Apenas sua estrutura foi salva, e reformado para assim continuar funcionando como um dos principais cartões postais de Salvador.

Após a remoção dos escombros do incêndio de 1983, pôde-se ter ciência das catacumbas, que serviam para o comércio ilegal de escravos e contrabando, após a Lei que proibia o tráfico dos mesmo.

 

Forte São Marcelo

Inicialmente chamado de Forte de Santa Maria Del Popolo, essa construção militar também é conhecida como o Forte do Mar. Sua função era a de barrar os ataques de piratas e proteger os navios ancorados no limite da cidade. Construído com formas circulares sobre um banco de areia longe da praia, foi iniciado em 1650 pelo engenheiro Felipe Guiton.

 

Solar do Unhão

O solar de propriedade do senhor-de-engenho Pedro de Unhão Castelo Branco, restaurado pela arquiteta Lina Bo Bardi, que projetou o MASP, em São Paulo. Após ser tombado, o Solar do Unhão foi adaptado para conter o MAM (Museu de Arte Moderna).

O MAM dispõe de oito salas de exposição, teatro-auditório, sala de vídeo, biblioteca especializada e banco de dados. Seu acervo permanente é formado por pinturas, gravuras, fotografias, desenhos e esculturas de artistas como Tarsila do Amaral, Portinari, Flávio de Carvalho, Di Cavalcanti, Rubem Valentim, Pancetti, Carybé, Mário Cravo, Sante Scaldaferri e outros de renome internacional.

Anexo ao Museu de Arte Moderna está o Parque das Esculturas, que expõe obras de arte a céu aberto. O museu tem ainda uma bela vista para a Baía de Todos os Santos.

 

Praça Castro Alves

A praça batizada em nome do poeta Antônio de Castro Alves é palco e coração do Carnaval de Salvador, maior manifestação popular do Brasil. O monumento do escultor italiano Pasquale Di Chirico, feita em bronze e granito, imortaliza o poeta em atitude de declamação.

 

Dique do Tororó

O Dique é uma lagoa feita a pás e picaretas por escravos, comandados por invasores holandeses, no século XVII, que pretendiam cercar o palácio Rio Branco com um fosso que o tornasse inacessível aos portugueses. Em 1998 após reforma oferece a comunidade ampla áreas de diversão, esporte e lazer. Possui um anfiteatro ao ar livre, espaços comunitários, raias para prática de remo, decks para pesca e piers para pequenas embarcações. Um centro de atividades abriga dois restaurantes, praça de eventos com palco flutuante, cinco play-grounds e pista de cooper. No meio da lagoa estão localizadas as esculturas dos Orixás, projetadas pelo escultor Tati Moreno.

 

Igreja do Bonfim

A igreja do Bonfim possui uma das origens mais interessantes da história das construções sacras de Salvador. Ela se deu com o início da irmandade de devoção ao Nosso Senhor do Bonfim, fundada após a famosa promessa do capitão Teodózio Rodrigues de Faria.

Em 1745 a irmandade foi fundada, dando origem às romarias de peregrinação ao templo a partir de 1754. A construção da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim levou 14 anos, e foi inaugurada após a introdução da Imagem, em 1754. As torres, porém, só foram concluídas em 1772.

A pintura do teto da nave é uma obra-prima do mestre Franco Velazco. A sala de ex-votos, por sua vez, é uma prova de fé de milhares de peregrinos que aí estiveram agradecendo graças alcançadas. A tradição de amarrar uma fita no pulso com três nós, repetindo em cada um deles o pedido, é sagrada entre os católicos e entre os praticantes do candomblé – que nomearam Senhor do Bonfim de Oxalá, o deus da religião africana. Na segunda quinta-feira de janeiro após o Dia de Reis, uma procissão de baianas de acarajé acompanhada pelo povo sai numa caminhada de oito quilômetros da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia em direção à Igreja do Bonfim. Tipicamente vestidas e levando potes brancos com flores e água, as baianas lavam o adro e as escadarias do templo em meio a cantorias e saudações.

O Hino ao Senhor do Bonfim é uma música sagrada, sendo cantado em solenidades religiosas e cívicas pelo povo baiano.

 

Forte do Monte Serrat

A primeira construção militar existente no local data do período compreendido entre 1538-87, quando o Forte era conhecido como Forte de São Felipe – denominação que perdurou até o início do Séc. XIX. Do seu terrapleno domina-se todo o porto da baía de Todos os Santos. Possui forma de polígono irregular, com torreões circulares nos ângulos recobertos por cúpulas. Originalmente possuía ponte levadiça entre a rampa e o terrapleno, e o corpo da guarda tinha no térreo dois quartéis flanqueando a entrada, seu desenho, segue a escola italiana de fortificação. No Séc. XVI esta fortificação, juntamente com as fortalezas de Sto. Antônio do norte e do sul, tinham a responsabilidade de impedir, mediante fogo cruzado, o desembarque de inimigos no porto e praias vizinhas à cidade.

 

Ponta de Humaitá

O batismo do lugar deve-se à instalação de um quartel nas proximidades. Originalmente, porém, toda a área era conhecida como Mont Serrat em razão do forte, que é a mais iPonta do Humaita – Boa Viagemmportante edificação no limite externo da Península de Itapagipe. A Ponta do Humaita oferece uma bela vista das Cidades Alta e Baixa, da baia e suas três maiores ilhas. O lugar é muito procurado por aqueles que querem ver o belo pôr do sol – hora em que mostra toda a sua poesia. Um farol orienta os navegantes que entram na baia e um conjunto religioso formado pela Igreja e o Convento de Nossa Senhora do Mont Serrat se contrapõe ao ambiente romântico dos casais de namorados.

 

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